Mas a política nacional pode virar uma gangorra em meio a fatos novos que tragam grande repercussão negativa para alguns dos candidatos competitivos à corrida presidencial. Daí veio a bomba do dia 13 de maio: um áudio vazado no qual Flávio pedia Milhões ao banqueiro Daniel Vorcado do Master em um momento em que o mesmo já era seriamente investigado pela Polícia Federal. Daí então, o Bolsonarismo sangrou.
Volto a escrever aqui faltando menos de noventa dias para as eleições em um cenário já diferente daquilo que eu via no quarto mês desse ano. Reescrevo agora que Lula segue sendo firme e forte como plano único da esquerda brasileira, alimentado pelas contradições e inabilidades políticas dos Bolsonaros.
Além da vinculação íntima de Flávio com o Daniel do Master, o clã Bolsonaro convive com atritos internos com a madrasta Michele que se vitimitiza como perseguida pelos enteados, o que piora ainda mais a penetração eleitoral da direita com o eleitorado feminino que segue na tendência em não votar no filho ex-presidente Jair Bolsonaro.
Mas sempre é bom esperar se fatos novos revisitarão o noticiário e as redes sociais e que façam o candidato do PT perder a competitividade, a qual agora vem regada por uma economia estável e a defesa da soberania nacional em meio aos solavancos do “bolsonarista” Donald Trump com suas perseguições econômicas ao Brasil.
Placar de hoje: Lula segue tranquilo e com folga em primeiro lugar, mas a rejeição do governo, sobretudo no sul e sudeste do país e a polarização eleitoral o impedem de uma vitória acachapante logo agora no primeiro turno.
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