domingo, janeiro 04, 2026

A ESTRATÉGICA ALIANÇA POLÍTICA ENTRE LINDBERGH E OS CARLOS

Diego Carlos não foi obstáculo no pleito passado para a união da oposição em torno da candidatura da hoje prefeita de Ipu, Milena Damasceno (PT). Liderando o governista PT de Ipu desde 2022, o filho do saudoso ex-prefeito Zezé Carlos, abriu mão até da indicação de ser o vice na chapa oposicionista para que a vaga fosse aberta para a plausível agregação da vereadora Arlete Mauricéia vinda da ala rufinista. Com a família Carlos incorporada e engajada com os ex-prefeitos Marcelo Carlos e Toinha Carlos, a base montada pelo líder Lindbergh Martins e sua esposa Milena ganhou a identidade oposicionista necessária para competir contra o empoderado clã Rufino.

Refletindo sobre a vitória do grupo “praia” em 2024, há que se pesar e somar os números da não vitória de Diego Carlos em sua candidatura contra Robério Rufino em 2020. Mesmo se sacrificando com a falta de estrutura política e financeira para o embate contra a máquina pública municipal encabeçada por Sérgio Rufino – não esquecendo também da candidatura alternativa de oposição do Dr. Cadú Martins que dividiu a oposição –, Diego conquistou considerados 8.881 votos. Essa votação, inegavelmente, foi a base para os 14.519 votos da prefeita praiana em 2024.

Na conta política de hoje e até da sucessão municipal próxima, o casal Milena e Lindbergh sabem que apesar de estarem liderando um grupo político, os Carlos são uma espécie de base identitária cultural para o eleitor emergido do histórico bipartidarismo ipuense. 

No registro fotográfico acima: Vereador Elias Guilherme (PT), Lindbergh Martins, Diego Carlos, Marcelo Carlos e o blogueiro Kléber Teixeira, em evento social na noite de ontem, 03/01, em Fortaleza. 

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