Mesmo sem o apoio de grandes lideranças políticas no município, a vitória de Elmano a reboque de Lula representou que a vontade popular é imparável em eleições mais “independentes” como as de governador e presidente. Especificamente em Ipu, grupos situacionistas têm um histórico de derrotas para governador, como já ocorreu em várias outras eleições. Prefeitos e até lideranças de oposição – como no caso atual com a prefeita Milena Damasceno (PT) e o oposicionista grupo Liberdade – ficam presos aos compromissos com o gestor estadual, o que os deixa engessados ao movimento “rebelde” do eleitorado que prefere votar em um outro candidato ao governo.
Nesse 2026, percebo que se desenha uma grande aceitação do nome de Ciro Gomes (PSDB) em sua virtual candidatura para retornar ao comando do estado do Ceará. A “onda Ciro”, a qual o quase apático (diga-se: sem carisma) Elmano de Freitas não consegue frear, poderá chegar com força em Ipu.
Existe um sentimento de reparação eleitoral entre os cearenses, pois Ciro, que sempre foi maciçamente bem votado para presidente no Ceará, nunca conseguiu ser eleito. Outro ponto: muitos alencarinos têm uma boa lembrança dele como governador de pulso forte, realizador e honesto. É um candidato extremamente competitivo na capital e no interior.
Resta agora saber se realmente a “onda Ciro” se consolidará no Ipu, quem colherá a glória e se habilitará com respaldo se um novo grupo político chegar ao comando do Ceará.
Olhando para a política ipuense: Assim como o 2024 passou pelos resultados de 2022, o 2028 começa pela realidade exposta nas urnas em 2026.
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