No final do ano passado concedi uma entrevista a Rádio Regional
de Ipu. Naquela ocasião, disse que Sávio Pontes (PMDB) era o favorito para o
pleito eleitoral de 2012.
Passados vários meses da entrevista dada de forma científica aos ouvintes
do Hélio Lopes e agora faltando menos de dois meses para as eleições municipais,
faço a seguinte análise continuada que o Prefeito de Ipu é o favorito. Baseado nas
lideranças que possui, adesões que também compensaram algumas perdas dentro do
seu grupo político, na militância e no Vice altamente agregador que é Diego
Carlos, vejo o candidato Sávio Pontes detendo as maiores chances de êxito.
De lá para cá alguns fatos novos aconteceram como a entrada de Bruno Pedrosa (PSC) como candidato, mas nada que não alterasse a tendência já desenhada lá trás, devido a uma oposição política que fora fragmentada e estrategicamente alimentada pelo próprio Sávio Pontes.
Quanto a Sergio Rufino (PCdoB) que é o segundo lugar nas
pesquisas que tive acesso e efetivamente referência da oposição, acredito que
seu crescimento eleitoral - o qual é
fato natural e inconteste - ainda não é uma ameaça ao candidato do Novo Tempo.
Sergio tem um limite de crescimento junto ao eleitorado assim também como Sávio
também tem, mas o fato de ser um nome novo na política ipuense sem serviços prestados e com ingerências domésticas que causam desconfiança na conservadora sociedade ipuense, deixam-no com dificuldades para ter uma alavancada consistente nesses últimos meses. O candidato to PCdoB tem sentido o corpo mole de muitos possíveis correligionários
os quais teoricamente deveriam o estar apoiando e militando a seu favor.
Somente um fato novo pode mudar esse cenário, ou seja,
reviravoltas judiciais ou uma pouco provável debanda de lideranças da situação para a
oposição. No mais, eleição em Ipu sempre obedece a uma tendência de seis meses antes do processo ser efetivamente iniciado. O que muda é a densidade da vitória já projetada.
O Ipu tem se revelado uma Terra de cenas fortes nesse ano de 2012, mas o pragmatismo eleitoral nunca vai deixar de existir.






















